A Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte, (Caern), vem investindo na aquisição de hidrômetros para controlar perdas de água e tornar a cobrança pelo consumo mais justa. Com o volume medido, cada cliente pagará pela quantidade de água utilizada e assumirá o ônus, caso haja desperdício em seu imóvel.
Quando a água é medida, o cliente residencial popular, tem um limite de consumo fixado em 10 mil litros de água por mês, no valor de R$ 14,44que é a tarifa mínima. Se o excesso for cinco metros, será acrescentado R$ 2,53, totalizando R$ 16,97; se aumentar mais cinco, o total excedente será R$ 5,53 e assim sucessivamente. As tarifas mínimas para consumidores residencial normal, comercial, industrial e público, são diferenciadas. Se houver ligação de esgotos, será acrescentado 35%, quando o sistema é condominial e 70% quando é convencional.
Ao contrário da distribuição medida, os consumidores sem hidrômetros não pagam excesso e naturalmente gastam mais, provocando redução na oferta para os outros clientes. O problema se agrava quando a água não atinge pressão suficiente para alcançar os moradores das partes mais altas da cidade.
Mossoró
Um exemplo é a Regional de Mossoró (RMO) onde foram instalados 3.313 hidrômetros, distribuídos da seguinte forma: na cidade de Mossoró 1.200, em Upanema 370, em Areia Branca 673, em Baraúna 345, em Grossos 175 e em Tibau 63. Outras cidades contempladas na região foram Caraúbas com 278, Apodi 32, Campo Grande 165 e 12 em Dix-Sept Rosado, Triunfo Potiguar e Janduís.
As instalações de hidrômetros mais recentes foram feitas no conjunto habitacional Márcio Marinho, no Abolição III, onde a Caern instalou 200 medidores. O gerente da RMO, José Maria de Sousa, recomenda aos usuários, atenção durante o consumo para evitar surpresas com o valor da conta, caso tenha registrado uso de água em excesso.
A Caern está investindo em educação ambiental principalmente através das escolas públicas e privadas, no sentido de contribuir para a formação de bons hábitos no uso racional da água e instalações sanitárias.
Fonte: Assessoria de Imprensa da Caern
Quando a água é medida, o cliente residencial popular, tem um limite de consumo fixado em 10 mil litros de água por mês, no valor de R$ 14,44que é a tarifa mínima. Se o excesso for cinco metros, será acrescentado R$ 2,53, totalizando R$ 16,97; se aumentar mais cinco, o total excedente será R$ 5,53 e assim sucessivamente. As tarifas mínimas para consumidores residencial normal, comercial, industrial e público, são diferenciadas. Se houver ligação de esgotos, será acrescentado 35%, quando o sistema é condominial e 70% quando é convencional.
Ao contrário da distribuição medida, os consumidores sem hidrômetros não pagam excesso e naturalmente gastam mais, provocando redução na oferta para os outros clientes. O problema se agrava quando a água não atinge pressão suficiente para alcançar os moradores das partes mais altas da cidade.
Mossoró
Um exemplo é a Regional de Mossoró (RMO) onde foram instalados 3.313 hidrômetros, distribuídos da seguinte forma: na cidade de Mossoró 1.200, em Upanema 370, em Areia Branca 673, em Baraúna 345, em Grossos 175 e em Tibau 63. Outras cidades contempladas na região foram Caraúbas com 278, Apodi 32, Campo Grande 165 e 12 em Dix-Sept Rosado, Triunfo Potiguar e Janduís.
As instalações de hidrômetros mais recentes foram feitas no conjunto habitacional Márcio Marinho, no Abolição III, onde a Caern instalou 200 medidores. O gerente da RMO, José Maria de Sousa, recomenda aos usuários, atenção durante o consumo para evitar surpresas com o valor da conta, caso tenha registrado uso de água em excesso.
A Caern está investindo em educação ambiental principalmente através das escolas públicas e privadas, no sentido de contribuir para a formação de bons hábitos no uso racional da água e instalações sanitárias.
Fonte: Assessoria de Imprensa da Caern







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