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| Depois do susto Andrei Netto deixou a Líbia. Foto: Dida Sampaio/ Agência Estado |
Após ter sido capturado por tropas leais ao ditador Kadhafi, na Líbia, o repórter Andrei Netto, correspondente do jornal “O Estado de São Paulo”, deixou a Líbia na manhã desta sexta-feira (11) e segue rumo a Paris, onde mora, segundo o jornal.
Ainda de acordo com o jornal, o repórter deve chegar a Paris ainda nesta sexta e não há qualquer previsão de quando ele virá ao Brasil.
Em uma coletiva em São Paulo na quinta-feira (10), o Estadão divulgou informações preliminares sobre o sequestro do repórter na Líbia. "Ele foi preso quando tentava legalizar sua situação de entrada no país". Netto, um dos enviados especiais para a cobertura dos conflitos no país árabe, entrou pela fronteira da Líbia com a Tunísia.
Andrei Netto concedeu uma entrevista a uma rádio, confira a entrevista do repórter à rádio Eldorado. “A condição para a minha libertação era que eu fosse expulso do país. O que me deixaram muito claro é que eu estava saindo graças à ação da embaixada brasileira em Trípoli. Ou seja, do embaixador George Ney Fernandes e do Itamaraty. E graças, em especial, à relação entre os dois países, Líbia e Brasil. O Ghaith Abdul-Ahad, que é o jornalista do Guardian e esteve comigo durante esse tempo todo, continua preso. Eu cheguei a um local protocolar, consular em Trípoli e eles me informaram, então, que o Ghaith Abdul-Ahad continua preso e a priori não existe deadline para a prisão dele”, disse Netto em entrevista à Rádio Eldorado.








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