![]() |
| Foto: Emanuel Amaral |
Parte das ambulâncias enviadas pelo Ministério da Saúde para a expansão do Samu no interior do Rio Grande do Norte, e que estavam paradas em um galpão da capital há sete meses, já tem destinação: serão utilizadas para substituir as atuais ambulâncias do Samu Metropolitano, que atende às cidades da Região Metropolitana de Natal. Dos 30 veículos novos, 14 vão ser usados com esse objetivo. Os demais e outras ambulâncias que ainda vão chegar terão de aguardar uma definição sobre como o serviço será expandido para o restante do território potiguar.
Secretária adjunta de Saúde, Ana Tânia Sampaio, explicou que a proposta de expansão está mantida, mas a forma como ocorrerá ainda vai ser analisada com as prefeituras e com o Ministério da Saúde. “Vamos tentar, o mais rápido possível, discutir essa expansão. Talvez não nos moldes que estava previsto e talvez tenha de haver um enxugamento, porque temos de ver a própria situação financeira do estado. A proposta de expansão continua, mas deve haver ajustes no processo: jurídicos e legais, com certeza, e técnicos, talvez”, enfatizou.
Como o Ministério da Saúde havia se comprometido em enviar 14 novas ambulâncias para substituir as atuais do Samu Metropolitano, a Sesap pediu e conseguiu autorização do Ministério da Saúde para adiantar essa substituição usando parte das 30 que estavam paradas. Além das 16 restantes, as primeiras ações de expansão da rede para o interior vão poder contar ainda com as 14 que virão - que seriam para substituir as atuais - além das 14 que já prestavam serviços e que vão para a revisão, das quais boa parte deve ser aproveitada.
Ana Tânia espera uma definição sobre o modelo de expansão até o final deste mês de janeiro e diz que o objetivo do governo é estruturar, ainda este ano, bases em pelo menos duas regiões do estado, provavelmente de uma forma diferente da pensada no governo de Iberê de Souza. “A gente vai ajustar isso, já que houve na própria gestão anterior dificuldades para o cumprimento do convênio com as prefeituras, que deveria ter sido executado até dezembro”, lembra.
O convênio de expansão do Samu foi firmado com o Consórcio Público Intermunicipal de Saúde (Copis-RN), que inclui 132 municípios, e assinado em julho do ano passado, prevendo quase R$ 12 milhões em investimentos, dos quais 60% viriam do estado e 40% das prefeituras. Porém o governo só teria repassado R$ 300 mil em 2010. “Aguardamos ainda a prestação de contas para saber como esse dinheiro foi usado, mas nossa preocupação maior não é essa, são os questionamentos jurídicos e até do ponto de vista orçamentário”, diz a secretária.
Ela garante que há interesse da atual gestão em ampliar o Samu e fortalecer as regiões. “Mas temos a preocupação de primeiro organizar o que já está funcionando. O Samu Metropolitano já existia e estava sem condições de trabalho”, ressalta. O processo de emplacamento das nova ambulâncias já foi iniciado, as placas estão sendo confeccionadas e a expectativa é que até a próxima semana os veículos já tenham condições de circular.
Como o Ministério da Saúde havia se comprometido em enviar 14 novas ambulâncias para substituir as atuais do Samu Metropolitano, a Sesap pediu e conseguiu autorização do Ministério da Saúde para adiantar essa substituição usando parte das 30 que estavam paradas. Além das 16 restantes, as primeiras ações de expansão da rede para o interior vão poder contar ainda com as 14 que virão - que seriam para substituir as atuais - além das 14 que já prestavam serviços e que vão para a revisão, das quais boa parte deve ser aproveitada.
Ana Tânia espera uma definição sobre o modelo de expansão até o final deste mês de janeiro e diz que o objetivo do governo é estruturar, ainda este ano, bases em pelo menos duas regiões do estado, provavelmente de uma forma diferente da pensada no governo de Iberê de Souza. “A gente vai ajustar isso, já que houve na própria gestão anterior dificuldades para o cumprimento do convênio com as prefeituras, que deveria ter sido executado até dezembro”, lembra.
O convênio de expansão do Samu foi firmado com o Consórcio Público Intermunicipal de Saúde (Copis-RN), que inclui 132 municípios, e assinado em julho do ano passado, prevendo quase R$ 12 milhões em investimentos, dos quais 60% viriam do estado e 40% das prefeituras. Porém o governo só teria repassado R$ 300 mil em 2010. “Aguardamos ainda a prestação de contas para saber como esse dinheiro foi usado, mas nossa preocupação maior não é essa, são os questionamentos jurídicos e até do ponto de vista orçamentário”, diz a secretária.
Ela garante que há interesse da atual gestão em ampliar o Samu e fortalecer as regiões. “Mas temos a preocupação de primeiro organizar o que já está funcionando. O Samu Metropolitano já existia e estava sem condições de trabalho”, ressalta. O processo de emplacamento das nova ambulâncias já foi iniciado, as placas estão sendo confeccionadas e a expectativa é que até a próxima semana os veículos já tenham condições de circular.
*Reportagem do site do jornal Tribuna do Norte
*Site: www.tribunadonorte.com.br








Nenhum comentário: