Em seu depoimento sobre a Operação Hígia, a empresária Jane Alves, denunciou que houve fraudes nos contratos da SAMU (Serviço de Atendimento Médico a Urgência) e nas Farmácias Populares ambos serviços ligados ao governo do Estado, no período da administração Wilma de Faria e Iberê Ferreira de Souza (PSB).
De acordo com o depoimento da empresária, a quantidade de funcionários definido em contrato não era seguido pela empresa. Ou seja, a empresa A & G recebia por funcionários a mais do que de fato estavam prestando serviço. “Eram colocados empregados a mais. Dava uma média de 20 pessoas por mês que a empresa recebia, mas não trabalhava. O dinheiro ficava com a empresa”, disse Jane Alves.
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