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| Foto: Aldair Dantas |
Em sua primeira visita ao Rio Grande do Norte depois de empossado no Ministério da Previdência Social, o ministro Garibaldi Filho confirmou, ontem à tarde, que na próxima sexta-feira, dia 14, participa da primeira reunião ministerial com a presidente da República, Dilma Roussef. Ontem, Garibaldi Filho participou da procissão de Santos Reis.
Além de ouvir e conhecer a orientação da presidenta do país, o ministro Garibaldi Filho afirmou ser essa a primeira oportunidade que os ministros terá de expor o que pretendem fazer em cada pasta.
Com relação ao Ministério da Previdência Social, Garibaldi Filho informou que entre o fim de fevereiro e começo de março, a sua pasta deverá realizar um seminário com técnicos do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), uma fundação pública federal vinculada à Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, a fim de debater os rumos da previdência no Brasil.
“Mas vamos nos reunir com outras instituições, como o IBGE, como forma de recolher contribuições que possam colaborar para a previdência”, disse o ministro.
O ministro da Previdência Social também falou sobre a polêmica em torno do novo salário mínimo, que o governo defende que seja de R$ 540,00 a partir deste mês, colocando-se como mediador para discutir a questão, pois o assunto será tema de debate no Congresso Nacional, pois o valor do salário mínimo também tem impacto direto nas contas da Previdência.
“Estou me oferecendo como uma espécie de mediador”, disse o ministro, quando participava ontem à tarde da procissão de Santos Reis, no bairro homônimo de Natal.
O impacto orçamentário do reajuste nos cofres da Previdência Social será de aproximadamente R$ 5,15 bilhões em 2011, segundo previsão do governo. Nos benefícios assistenciais mantidos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), será de R$ 1,33 bilhão no mesmo período. O impacto total, portanto, será de R$ 6,48 bilhões – montante já previsto no Orçamento de 2011.
O líder do PMDB na Câmara, deputado Henrique Eduardo Alves, diz que o partido não está convencido do valor de R$ 540 e quer discutir o valor com a equipe econômica do governo. “O PMDB não está convencido, mas pode ser convencido. O que queremos é que a área econômica converse com a base aliada, para que possa explicar o porquê desse valor, para que o Congresso possa, com independência e soberania, mas com muita consciência política, definir seu posicionamento na hora da votação”.
Com relação ao Ministério da Previdência Social, Garibaldi Filho informou que entre o fim de fevereiro e começo de março, a sua pasta deverá realizar um seminário com técnicos do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), uma fundação pública federal vinculada à Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, a fim de debater os rumos da previdência no Brasil.
“Mas vamos nos reunir com outras instituições, como o IBGE, como forma de recolher contribuições que possam colaborar para a previdência”, disse o ministro.
O ministro da Previdência Social também falou sobre a polêmica em torno do novo salário mínimo, que o governo defende que seja de R$ 540,00 a partir deste mês, colocando-se como mediador para discutir a questão, pois o assunto será tema de debate no Congresso Nacional, pois o valor do salário mínimo também tem impacto direto nas contas da Previdência.
“Estou me oferecendo como uma espécie de mediador”, disse o ministro, quando participava ontem à tarde da procissão de Santos Reis, no bairro homônimo de Natal.
O impacto orçamentário do reajuste nos cofres da Previdência Social será de aproximadamente R$ 5,15 bilhões em 2011, segundo previsão do governo. Nos benefícios assistenciais mantidos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), será de R$ 1,33 bilhão no mesmo período. O impacto total, portanto, será de R$ 6,48 bilhões – montante já previsto no Orçamento de 2011.
O líder do PMDB na Câmara, deputado Henrique Eduardo Alves, diz que o partido não está convencido do valor de R$ 540 e quer discutir o valor com a equipe econômica do governo. “O PMDB não está convencido, mas pode ser convencido. O que queremos é que a área econômica converse com a base aliada, para que possa explicar o porquê desse valor, para que o Congresso possa, com independência e soberania, mas com muita consciência política, definir seu posicionamento na hora da votação”.
*Reportagem do site do jornal Tribuna do Norte
*Site: www.tribunadonorte.com.br

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