A polêmica em torno do aumento do salário mínino dos atuais R$ 540 para R$ 580 pretendido pelas centrais cindicais, aumentariam os gastos com pagamento do seguro desemprego e o abono salarial em cerca de R$ 2,8 bilhões em um ano.
Para o presidente do Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat), Luigi Nese, cada R$ 10 de aumento no salário mínimo representa um desembolso extra de R$ 700 milhões para o pagamento desses benefícios.
Por lei, o seguro desemprego e o abono salarial são vinculados ao valor do mínimo. O pagamento desses benefícios é financiado pelo FAT, cuja principal fonte de recursos são as contribuições das empresas para o Programa de Integração Social (PIS) e para o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PASEP).







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