Enquanto a Infraero espera definir quem vai realizar a obra do Aeroporto Augusto Severo, a governadora Rosalba Ciarlini pretende cobrar definições do governo federal sobre as obras e a licitação do Aeroporto de São Gonçalo do Amarante. A cobrança deverá ser feita no dia 11 de fevereiro, durante reunião dos governadores do Nordeste que contará, possivelmente, com a presença da presidenta Dilma Rousseff. “A governadora vai cobrar o cumprimento dos prazos, agilidade para a obra e vai pedir pressa na licitação”, diz o secretário de Comunicação do estado, Alexandre Mulatinho. Também deverão estar na pauta desse encontro temas relacionados à Copa do Mundo de 2014, ao projetos de mobilidade urbana e outros relativos à infraestrutura.
No caso do Aeroporto de São Gonçalo, a pressa é necessária, entre outras razões, para que o estado consiga atender a demanda esperada com a realização de jogos da Copa na capital. Parte das obras do aeroporto vem sendo executadas com recursos públicos e gerenciadas pela Infraero. Mas o empreendimento será privatizado por meio de leilão que dará, a quem vencer, a concessão da construção parcial, manutenção e exploração dele. Ao investidor que receber a concessão, caberá, entre outras obras, as dos terminais de cargas e passageiros. A Agência Nacional de Aviação Civil estima que a empresa deverá investir R$ 426 milhões nessa etapa, dos quais 50% deverão ser consumidos somente pelo terminal de passageiros.
Mas, para que o investidor privado assuma o canteiro de obras será preciso fazer a licitação e não há um cronograma preciso de quando isso irá acontecer. Atualmente, o edital do leilão está sendo analisado pelo Tribunal de Contas da União. O TCU deverá ser a última parada do documento antes da publicação, que dará um norte aos empresários interessados em disputar o projeto.
No caso do Aeroporto de São Gonçalo, a pressa é necessária, entre outras razões, para que o estado consiga atender a demanda esperada com a realização de jogos da Copa na capital. Parte das obras do aeroporto vem sendo executadas com recursos públicos e gerenciadas pela Infraero. Mas o empreendimento será privatizado por meio de leilão que dará, a quem vencer, a concessão da construção parcial, manutenção e exploração dele. Ao investidor que receber a concessão, caberá, entre outras obras, as dos terminais de cargas e passageiros. A Agência Nacional de Aviação Civil estima que a empresa deverá investir R$ 426 milhões nessa etapa, dos quais 50% deverão ser consumidos somente pelo terminal de passageiros.
Mas, para que o investidor privado assuma o canteiro de obras será preciso fazer a licitação e não há um cronograma preciso de quando isso irá acontecer. Atualmente, o edital do leilão está sendo analisado pelo Tribunal de Contas da União. O TCU deverá ser a última parada do documento antes da publicação, que dará um norte aos empresários interessados em disputar o projeto.
*Reportagem do site do jornal Tribuna do Norte
*Repórter: Renata Moura
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